sábado, 7 de novembro de 2015

"Acorde, garoto!"

Percebe-se a própria intolerância. O próprio ódio e auto-destruição. Auto-destruição que leva à destruição lenta e gradual de alguém que se ama muito. Alguém que não deveria dividir o teu fardo.
Torna-se perceptível, após o baque, as condições e enganos que o levaram a tantos erros, as pessoas envolvidas no mau desenvolvimento de características vitalíssimas para um duo saudável. Não, eu ainda tinha muito a aprender, e de certa forma, somos todos cobaias um do outro nesse universo confuso de um Deus insano. Mas pelos deuses, éramos tão jovens... tão desmunidos de experiência e discernimento...

Ao menos cair da cama desperta do sono.
Só queria a chance de pedir perdão.

Este não-ode dedico ao Caos.

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