sexta-feira, 25 de junho de 2010

O último beijo pode ser o mais saboroso


Gosto de falar sobre os humanos. De estudar sua natureza e seus desejos,
seus sonhos e seus medos. É simplesmente meu tema mais
abordado,
mesmo que indiretamente.

O que fazemos por alguém; o que sentimos quando dizemos que amamos;
O que um sorriso ou um olhar podem provocar; Pessoas se casam e são felizes
por causa disso; outras se matam por sua ausência. Muitas das
melhores
pessoas que já conheci, conheci por um único olhar inicial. É
tão simples,
e ao mesmo tempo tão intenso. Queria saber explicar isso.

Saber explicar o que torna coisas tão mínimas tão intensas. Amar, se
apaixonar, desejar viver acima de tudo...
Viver acima de tudo. É isso
que me tira o sono às vezes. É isso que me
faz achar a aula de
sociologia ridícula. Não quero estudar o porquê de
brancos escravizarem
negros. Hoje isso é passado; os que odeiam odeiam,
e ponto final.
Esse preconceito não é uma curiosidade para mim, nem ao
menos
me faz interesse. Se estudássemos a natureza humana... - por mais
que eu
saiba no que vai dar. Farei a melhor redação, e infelizmente haverão
trinta
e quatro cópias iguais. E você sabe por quê? Porque as pessoas
não se
interessam em pensar. E assim, e apenas assim, o Brasil se torna
o país do futebol.
[...]
Mas não fujamos do tema. O que os faz querer viver? Por que é tão
natural
lutar pela vida, mesmo que uma dolorosa? Não importa o que
percam, o quanto
sofram, o quanto sejam usados e despedaçados,
eles vão querer continuar vivendo.
Como citei no sábado, 19 de junho de 2010 no post "Você trancou
a porta da frente?",
"É a história do homem que tinha medo do mar, nunca andou de barco e nunca foi
à praia. Bom, ele morreu num acidente de avião."
Não importa o quanto lutemos,
ela virá nos buscar uma hora, e precisamos estar
prontos.
Viva o máximo. Se apaixone todo dia se acha que isso o fará feliz. Ame a

quem merece seu amor, dê aquele abraço na pessoa certa como se fosse o último,
arrisque mais, quem sabe ganhe o dobro; Viva sua vida como nunca a viveu antes
caro leitor, e aí então, quando já estiver pronto, poderá descansar. Eu já estou pronto;
e você?

/Lossless

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