segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Entre florestas.

Ao castelo:

Meu amor, sem deixar de lado a pureza, te encontra a carne entre beijos nas coxas, confundindo-a com o céu e perdendo-se entre espaços. É poema e é carne quente, rija e elástica. Meu amor é inquantificável, inexorável, impossível. De dentro pra fora, é belo. É a flor que fiquei de entregar, o café da manhã precedendo o almoço, é o tédio e o fascínio. É ser teu do começo do dia ao cair da noite.

4 comentários:

Anônimo disse...

Passei horas lendo os teus escritos.

The Truth disse...

Gosto de expectadores, sinto-me observado de uma forma confortável, apesar de já quase considerar The Truth um diário público que só eu leio; mas não posso evitar de perguntar: com quem tenho a honra de falar?

Anônimo disse...

Não é necessário dizer quem sou. Só o que precisa saber é que alguém te lê. Parabéns pelo blog.

The Truth disse...

Obrigado pela companhia, e pelo mistério. Não hesite em comentar assim que quiser expressar algo, ou se comunicar comigo.