Sinto as pessoas enjoando de mim, como se eu fosse um frasco qualquer de um perfume com prazo de validade, daqueles utilizáveis até que perca a graça e então se descarta. Como se quem faz-me usar tira o que quer de mim, aproveita alguma coisa, depois se livra.
É exagero, eu sei, mas se eu pudesse metamorfosear em algo, metamorfosear-me-ia em água: água é essencial.
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