Talvez haja algo de tedioso em ser feliz. Não sei, não sou. Mas experimentar o tédio de ter todos os dias perfeitos numa vida monótona e colorida não me agrada; não que agrade ser o
monotom, não que se encontrar num buraco escuro dia após dia seja uma sensação agradável, mas como um vírus, somos adaptáveis. Eu sou um vírus. Sou um câncer. E como um câncer, eu consumo. E não tenho cura.
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