quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Se eu deitar aqui quietinho, sem ruídos ou esperneios, sem choro ou dispneia, e disser à morte que venha me levar sem dor ou relutância, que abdico da vida como quem deseja acordar de um sonho ruim; e que suplico pela partida, que me sentirei tão bem por seguir adiante; se eu disser à morte que da vida não me restam mais atrativos e que mais que todas as outras coisas eu desejo que ela venha... será que ela vem?

Logo eu que achei estar curado.

"Adeus."

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