segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Blue Valentine (and a love I can't explain.)


You always hurt the one you love,
The one you shouldn't hurt at all.
You always take the sweetest rose
And crush it until the petals fall.
You always break the kindest heart
With a hasty word you can't recall.
So if I broke your heart last night
It's because I love you most of all.

You always break the kindest heart
With a hasty word you can't recall.
So if I broke your heart last night
It's because I love you most of all.
It's because I love you most of all.

(remember me.)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Deixei de fazer promessas, e não falarei de amor.

Se não pudermos ser tudo o que gostaríamos de ser, sejamos algo maior. Algo que ultrapasse a barreira do insólito e beire o esplendor. Talvez que ultrapasse o esplendor e delimite linhas novas e fronteiras novas, criando um novo conceito de vitória. Ou derrota. Seríamos algo tão grande e tão belo que conceitos como "vitória" ou "derrota", "felicidade" ou "infelicidade", "amar" ou "odiar" seriam completamente obsoletos, e nós seríamos um brilho puro e singular. Sem definição, sem barreira, sem brilho, sem sombra. Sem palavras capazes de descrever ou imagens capazes de representar; ora, amantes precisam disso tudo? Amantes precisam dum representante que não um ao outro e outro a um? Infeliz a pobre alma que acredita ser capaz de definir e dar nome àquilo que sente. Nem amar ou desamar: o que se sente é filho bastardo, sem batismo ou lugar de origem.
Sabe-se que existe pela presença daquela dor fina e longa que atravessa o centro da alma de fora a fora; uma dor prazerosa, um orgasmo lancinante, uma contradição absurda que homens de definições costumam chamar de amor.
Não, não sei como se chama.

Não, não precisaríamos disso.