Todos vão te machucar, até os que mais te amam.
Todos vão te machucar, te ferir, te fazer querer morrer,
nem que seja só por um segundo. Todos vão te fazer
chorar, te fazer querer largar tudo e sumir. Todos vão
destruir um pedaço de você, nem que o devolvam depois.
Do mais importante ao mais insignificante, do mais doce
ao mais amargo. Mesmo sem saber. Muitas vezes sabendo.
Sem querer. Por querer. Por impulso. Planejado. Eles vão
machucar você, e você vai ter que se perguntar se vale à
pena. Se vale à penas sofrer por esse alguém.
Todos vão te machucar e te tirar lágrimas, pedaços,
silêncios, mas quais deles vão te tirar sorrisos, alegrias,
risadas?
Todos vão te machucar, te roubar a felicidade e esconder,
mas quais deles vão devolver essa felicidade em dobro?
Todos vão te machucar, mas por quem deles vale à pena sofrer?
sobre todas as coisas que eu não entendo, tu é o meu mistério favorito.
terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
sobre não fazer sentido nenhum
E o que dizer quando a gente não escuta nem mais a voz interior,
não usa nem mais o bom-senso, não quer nem mais fazer sentido?
Quando a gente escolhe o caminho mais difícil e sem-sentido, quando
a gente só encontra razão no ridículo, no quase impossível, no que
não é recíproco?
Eu to sem sentido. Eu to ignorante. Eu to indecifrável, e totalmente
perdido. Quem nunca se sentiu assim? Quem nunca, mesmo tentando
mentir pra si mesmo, nunca encontrou essas palavras dentro do próprio
peito?
- Eu tô nadando contra a corrente.
find yourself.
/Dorf
não usa nem mais o bom-senso, não quer nem mais fazer sentido?
Quando a gente escolhe o caminho mais difícil e sem-sentido, quando
a gente só encontra razão no ridículo, no quase impossível, no que
não é recíproco?
Eu to sem sentido. Eu to ignorante. Eu to indecifrável, e totalmente
perdido. Quem nunca se sentiu assim? Quem nunca, mesmo tentando
mentir pra si mesmo, nunca encontrou essas palavras dentro do próprio
peito?
- Eu tô nadando contra a corrente.
find yourself.
/Dorf
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sobre o tempo, sobre perder, sobre ir

Queria por um dia conseguir mudar,
deixar de ser errante, por um dia não andar.
Eu tenho uma ferida de cada lugar em que
deixei guardada a solidão.
E agora, o rosto no espelho não conheço mais.
Não tem volta, e tudo o que me resta é prometer.
Não pretendo te iludir, dizer que isso vai durar pra sempre.
Não pretendo te enganar, até meu coração não bater mais.
Há muito tempo eu aprendi, nem mesmo a nossa morte é
permantente.
O tempo vai se encarregar de tirar a minha e a tua paz.
Não, eu não sei lidar.
Não, eu não sei amar.
Lebruce - Visconde (Lucas Silveira)
domingo, 15 de maio de 2011
alguns dos posts mais legais e bonitos que já fiz
foram excluídos por razões talvez óbvias. Pra
quem não ficou óbvio azar, não to aqui pra agradar
ninguém. To um lixo, to num inferno e não sei
o que vai ser agora que to desorientado. To
pela minha última esperança de retorno, como
sempre, mas se não for eu me viro. Há sempre
uma bifurcação.
foram excluídos por razões talvez óbvias. Pra
quem não ficou óbvio azar, não to aqui pra agradar
ninguém. To um lixo, to num inferno e não sei
o que vai ser agora que to desorientado. To
pela minha última esperança de retorno, como
sempre, mas se não for eu me viro. Há sempre
uma bifurcação.
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